Os Espaços da Justiça são, simultaneamente, locais de trabalho para os diversos profissionais que participam no processo da administração da justiça e locais ao serviço dos cidadãos que a procuram e ao serviço de quem aqueles exercem as suas funções.
Dir-se-ia que, assim sendo, deveriam associar a funcionalidade, o simbolismo e o bom acolhimento de quem a eles se dirige. Mas com demasiada frequência assim não é.
A história da concepção dos Espaços da Justiça reflecte também o percurso, naturalmente não linear, feito ao longo dos anos pela ideia de qual é a função e a posição dos Tribunais na sociedade portuguesa.
Este tema é em Coimbra, cujos Espaços da Justiça estão disseminados por edifícios com as mais diferentes características e cujo projecto de localização e construção do novo Palácio da Justiça tem vindo a ser sucessivamente alterado, necessariamente um tema de reflexão.
Por isso, a República do Direito decidiu promover o seu debate.
ESPAÇOS DA JUSTIÇA
PASSADO. PRESENTE. FUTURO
CONFERENCISTA
Dr. António Nunes
Mestre em História
Chefe da Divisão de Arquivo e Património Histórico do Ministério da Justiça
COMENTADORES
Dr. Álvaro Laborinho Lúcio
(Juiz Conselheiro jubilado, membro do Conselho Superior da Magistratura)
Prof. Doutor Arquitecto José António Bandeirinha
(Departamento de Arquitectura da FCTUC)
27 de Janeiro de 2009, pelas 21h
Salão Nobre do Palácio da Justiça de Coimbra